terça-feira, 22 de junho de 2010

DUNGA NÃO QUER SER FELIZ ELE SÓ QUER GANHAR!

ESSE CARA COLOCOU EM PALAVRAS LINDÍSSIMAS TUDO QUE EU PENSO SOBRE O NOSSO TÉCNICO TROGLODITA!!!

OLHA LÁ QUEM SEMPRE QUER VITÓRIA E PERDE A GLÓRIA DE CHORAR!

DUNGA, VEJA A VIDA DEVAGAR PRA NÃO FALTAR AMOR!!! (plágio de los hermanos).

O homem que ama odiar
Entre os muitos tipos humanos sobre a Terra, há os que amam odiar. Viciam-se na ira e nos seus filhotes - o rancor, a mesquinharia, o isolamento, a grosseria, a amargura, o deboche. Os brasileiros estamos expostos a doses cavalares de hostilidade, professada com paixão inapelável por um personagem fundamental nesses dias de Copa: ele mesmo, Dunga. O técnico da seleção mergulhou no fel, e com ele conduz seus dias - e os nossos - na África do Sul. Privatizou a grife esportiva mais famosa da Terra como se a ele pertencesse exclusivamente e, embriagado de raiva, distribui estupidez por quem lhe cruza o caminho. E, o horror, contaminou nosso jogo.
A mazela vem de longe. Volante de estilo opaco e resultado eficiente, Dunga esculpiu, à custa de muita perseverança, trajetória vencedora no futebol. Suas pernas grossas, de pés excessivamente voltados para dentro, semicurupira dos pampas, o conduziram pelos campos do planeta em jornadas gloriosas, do Mundial de Juniores de 1983 à Copa do Mundo de 1994 e por vários clubes do Brasil e do exterior. Em todos os lugares, na vitória, no empate e na derrota, teve como companheiro o ódio difuso, dirigido a inimigos que só ele enxerga, e a quem vive para destruir.
O emblema dessa história está tatuado no ápice de sua trajetória. Capitão do tetra, subiu a tribuna do Rose Bowl, na Califórnia, para receber a Copa do Mundo - e emoldurou a cena com uma torrente de palavrões. Como bem observou o jornalista Marcelo Barreto, Bellini e Mauro ergueram a taça sobre a cabeça, Carlos Alberto a beijou, Cafu recebeu-a no alto do púlpito - Dunga a xingou. A vingança parecia, afinal, consumada, mas a luta recomeçou no instante seguinte, e não terminará jamais, por travada contra adversários que inexistem. Só ele não percebe.
Agora, empossado na seleção como antídoto heterodoxo para o veneno do descompromisso que, diagnosticaram os cartolas, matou o Brasil em 2006, o técnico neófito, de experiência zero, radicalizou a truculência. À razão de (muitas) patadas, ignora a torcida, despreza a alegria do DNA nacional e fecha-se na lógica mafiosa abrigada no tal grupo. Por ele, sacrifica o prazer do jogo, esmaga a beleza, massacra a paixão e tortura a plateia.
Tudo resultado de uma obsessão que remonta à adolescência do treinador, dedicada a antecessores dele na seleção, jogadores apaixonantes, mas, de canarinho, derrotados. Quis o destino que Zico, Falcão, Sócrates, Júnior, Leandro, Cerezo e outros não conquistassem título algum pelo Brasil - mas tivessem mesmo assim morada eterna no coração da torcida. Os brasileiros somos inapelavelmente apaixonados pela beleza que marca suas biografias em campo. Os lances de 1982 serão relembrados à eternidade, como os mais belos de uma equipe desde a maior de todas, a de 1970. Muito além do ganhar e perder, o time da Copa da Espanha é uma espécie de filho pródigo, que não dá certo na vida, mas vira o favorito.
Dunga não se conforma. Nos corredores dos bunkers pelo qual se esgueira no comando da seleção trancada, costuma repetir um bordão, como um humorista desinspirado: "Não ganharam nada, nem nas divisões de base!", berra, histriônico. O sujeito indeterminado é conhecido de todos: a geração de 1982. Está correto - a turma boa de bola perdeu dois Mundiais, pouco participou de Copas América, não existia a Copa das Confederações. Os prontuários dos alvos da obsessão viraram um prato cheio para a vingança do professor.
Só que a cruzada masturbatória cai no vazio da falta de adversários. Os perdedores da Espanha engoliram o choro, sublimaram a tristeza e seguiram seus caminhos. Esculpiram carreiras festejadas em clubes, são cultuados por torcidas variadas, acumularam títulos e fama, fortuna e prestígio. Engrossam sem desconforto as homenagens aos mais bem-sucedidos em Copas, porque a vida, afinal, é muito mais do que ganhar ou perder uma taça. Assim, para Dunga, sobra o nada como alicerce do rancor.
No verão europeu de 2006, a patologia emergiu num convescote em Munique. O hoje técnico, então comentarista de TV (entre jornalistas, que tantas urticárias lhe causam), era um dos convidados da festa de abertura da Copa da Alemanha, que tinha como ponto alto um desfile dos campeões do mundo. No saguão do Dorint Sofitel, cinco estrelas da Bayerstrasse, ao lado da estação ferroviária da capital da Baviera, reuniram-se lendas da bola como Bellini, Ghiggia, Paulo Cesar Caju, Breitner, Bebeto, Bobby Moore, Passarella. Num dado momento, Dunga interrompeu a conversa com o capitão de 1958, num carrinho verbal merecedor de cartão amarelo:
- Nem adianta procurar aqueles jogadores que vocês da imprensa adoram. Aqui só tem campeão! - vociferou, com o mesmo olho vidrado e sorriso trancado que exibe nas coletivas n'África.
(O hoje técnico reconheceu o blogueiro, então comentarista do Sportv e assumido defensor dos craques brasileiros. Daí a provocação, que desembocou na foto ao lado, com Bellini e o repórter Antonio Maria Filho.)
Alguns interlocutores ficaram sem entender, e o capitão do tetra seguiu em frente. Desfilou com os campeões na Allianz Arena, sem saber que, meses depois, assumiria a seleção brasileira. No cargo, as neuroses acentuam-se a cada dia. Ressurgem em flertes com regimes racistas e totalitários - "Não posso falar da ditadura pois não vivi aquela época, assim como não posso ficar falando da escravidão" -, que materializam, de lambuja, a triste ironia da barbaridade saída da boca do filho de uma professora. Teimam no elogio constrangedor (para quem ouve) a tiranos bandidos, como Robert Mugabe - "No Zimbábue, vi crianças uniformizadas, educadas".
Vivem na imposição de uma rotina que, de tão autoritária, conseguiu a proeza de incomodar a Fifa, entidade que está longe de ser um esteio da democracia. E Dunga levou pitos públicos, que o forçaram a afrouxar um pouquinho os grilhões dos craques brasileiros, o chamariz mais poderoso do negócio Copa. "Sim, a seleção é minha, porque não é a da maioria dos presentes", arriscou-se, já na África, no estilo que, agora, com a bola e os problemas rolando, virou uma muleta para ele. Nas entrevistas que é obrigado a conceder, ataca os jornalistas como estratégia para não tratar do que é pago para fazer. Bobo é quem cai na arapuca. Mas aqui, o treinador acumula uma ou outra vitória.
Os sintomas aparecem também nas escolhas que formaram sua lista. Agarrado a um punhado de jogadores inegavelmente vencedor, trancou-se a novidades que poderiam lhe facilitar a vida e proporcionar alguma felicidade ao distinto público. Levou um grupo sem opções de mudança, que joga todo igual, com variações mínimas.
A oferta de mudança radical tem nome e apelido: Paulo Henrique Ganso. É verdade que, num calendário espremido, não houve tempo para testar o jovem talento do Santos. Mas está longe de ser problema insolúvel para uma cabeça mais criativa. Dunga poderia ter se permitido conversar com o craque e seu técnico - Dorival Jr, profissional sério até prova em contrário - para saber da possibilidade de levá-lo. Poderia encontrar-se com o jogador uma, duas, dez vezes, e apostar. (A recente operação de joelho do inquilino da camisa de Pelé não serve como desculpa; o procedimento se deu apenas para aproveitar o intervalo na temporada.)
A lista da Copa é uma cabeçada de 23 jogadores. Se Ganso sucumbisse à pressão, ficaria lá, sujando roupa como figurante sem fala nos treinos, um kleberson qualquer. Se desabrochasse, seria candidato a solução. Mas não. Na filosofia de Dunga, improviso e mudanças de última hora estão permanentemente banidos.
O desempenho meia-bomba de Kaká na estreia ganhou, assim, status de trapaça da sorte, diante das escolhas do treinador. A seleção vai na força de quem sempre ganhou no jeito (até em 1994, com Romário e Bebeto), no retrospecto que faz os adversários hesitarem, no time da defesa sólida e ataque pedestre, vítima, entre outros, do autonaufrágio de Adriano - ausência que, aliás, é um acerto do professor. Pode perfeitamente ganhar, como o fez na Copa América de 2007 e na Copa das Confederações do ano passado. Aí, o técnico vai se dar bem na alta aposta que fez. Mais do que ninguém, não pode fracassar, sob pena de o mundo cair-lhe na cabeça.
Mas se o hexa vier, não resolverá. De novo, o eterno vingador vai blasfemar o mundo e as estrelas, os punhos cerrados como nos tempos em que corria atrás da bola. Batman sem Coringa, não descansará, para recomeçar sua luta sem fim nem sentido, de apaixonado pelo ódio.
Dunga pode ganhar, mas, por pecados que são todos seus, jamais conseguirá vencer.

terça-feira, 8 de junho de 2010

ELA CHEGOU

A Copa Chegou! Finalmente, depois de 4 anos, estamos aqui, agora em definitivo (hehehe)...

Vou somente, colocar algumas impressões sobre o que pode acontecer, são palpites, mas se eu acertar venho tirar onda.

Brasil tem grandes chances. Foram 3 anos e meio quase irretocáveis, mas futebol não tem muita lógica e só uma seleção pode levantar o caneco.
Holanda chega muito forte, tem muito jogador bom, e é isso que no fim das contas, resolve.
Espanha fortíssima, também com quase irretocáveis 3 anos e meio.
Argentina, coleciona craques e tem o melhor do mundo e o centrovante em melhor fase no futebol mundial, não é pouca coisa.
Inglaterra tem um senhor técnico e muito talento em campo, não tem como não ser favorita.
Itália e Alemanha tem camisa, mas pouco talento, podem chegar, porque futebol é futebol, mas duvido um pouco.
Portugal tá verde, não passa das oitavas.
França não tem talento na frente, e não faz duas copas do mundo boas em seguida!
Africanos, não chegam, são descomprometidos, todos eles.
Sulamericanos, muita raça, pouca camisa (claro, excetuando brasil e argentina).
Escolhi 5 seleções favoritas (brasil, argentina, holanda, inglaterra e espanha), aposto que dessas, saem os semifinalistas.

Mais do que isso é exercício de advinhação, e não impressões sobre futebol.

sábado, 22 de maio de 2010

Ser Fluminense é entender esporte como bom gosto. É ser leal sem ser boboca e ser limpo sem ser ingênuo.

Ser Fluminense é aplicar o senso estético à vida e misturar as cores de modo certo, dosar a largura do grená, a profundidade do verde com as planuras do branco.

Ser Fluminense é saber pensar ao lado de sentir e emocionar-se com dignidade e discrição. É guardar modéstia, a disfarçar decisão, vontade e determinação. É calar o orgulho sem o perder. É reconhecer a qualidade alheia, aprimorando-se até suplantá-la.

Ser Fluminense não é ser melhor, mas ser certo. Não é vencer a qualquer preço mas vencer-se primeiro para ser vitorioso depois. É não perder a capacidade de admirar e de (se) colocar metas sempre mais altas, aprimorando-se na busca! E jamais perder a esperança até o minuto final.

Ser Fluminense é gostar de talento, honradez, equilíbrio, limpeza, poesia, trabalho, paz, construção, justiça, criatividade, coragem serena e serenidade decidida.

Ser Fluminense é rejeitar abuso, humilhação, manha, soslaio, sorrateiros, desleais, temerosos, pretensão, soberba, tocaia, solércia, arrogância, suborno ou hipocrisia. É pelejar, tentar, ousar, crescer, descobrir, viver, saber, vislumbrar, ter curiosidade e construir.

Ser Fluminense é unir caráter com decisão, sentimento com ação, razão com justiça, vontade com sonho, percepção com fé, agudeza com profundidade, alegria com ser, fazer com construir, esperar com obter. É ter os olhos limpos, sem despeito, e claro como a esperança.

Ser Fluminense, enfim, é descobrir o melhor de cada um, para reparti-lo com os demais e saber a cada dia, amanhecer melhor, feliz pelo milagre da vida como prodígio de compreensão e trabalho, para construir o mundo de todos e de cada um, mundo no qual tremulará a bandeira tricolor.

Arthur da Távola.

Difícil não? Mas, é lindo e é bom demais.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Sobre a convocação!

É o seguinte, são 23 convocados, 11 titulares, 11 reservas e um reserva do reserva. O Doni nem vai jogar, pode ficar tranquilo, mas a sacada foi boa, Dunga se mostrou afeito ao grupo e mostrou que não sacaneia jogador, ganhou o grupo e turbinou a família Dunga!

Quanto à convocação com um todo, temos que ponderar uma coisa. Em 3 anos e meio, a seleção ganhou da Itália, da Argentina (duas vezes), ganhou Copa das Confederações, Copa América e fez a melhor campanha das eliminatórias. O Dunga fez tudo isso e ainda descobriu Ramires, Elano e Felipe Melo. Ninguém reclamou de tudo isso! Foi coerente!
A maior reclamação na Copa de 2006 foi falta de disposição e comprometimento. Dunga assumiu e o discurso era de acabar com as farras, pronto, acabou! De novo, coerente!

Deu padrão de jogo ao time e reuniu aqueles que ele mais confia, nenhuma loucura, ele sabe o tá fazendo e bota coerência nisso!

O poblema é que o Brasil pode precisar uma "incoerenciazinha", uma jogada improvável, mágica, maluca... E aí? Quem vai fazer? O Dunga? O Josué ou o Júlio Batista? E quando o Dunga olhar pro banco e ver o Grafite, Kleberson, Elano pra botar fogo no jogo? Vai ser f....

A seleção é brasileira, mas joga como européia!
Nossa seleção é respeitada e admirada por jogar bonito, somos diferentes, diferenciados com a bola nos pés. Ganhar, somente, jogando um futebol europeu não vai me deixar feliz!

A imprensa espanhola já estampou que o futebol arte agora, é o deles. Se esse é o preço, não quero pagar.!
O futebol brasileiro é patrimônio histórico dessa nação, não se deveria brincar com isso. O povo gosta de futebol bem jogado, com dribles, lances bonitos, gols de placa. E dá pra ganhar, mesmo jogando assim!

Jogar como a Alemanha (um esporte parecido com Futebol, como diz o Galvão Bueno), não é nosso jeito de ver e gostar do futebol.

Apesar disso tudo, se o que queremos é chegar na final pra ter cada vez mais festas, cerveja e churrasco, temos boas chances! Daqui a pouco esquecemos a convocação e concentramos nossas forças nos dedinhos cruzados e carregando o isopor cheio de gelada!
Dá pra confiar!

Em tempo 1: Daria pra corrigir tanta coerência com a entrada do ganso no lugar no Kleberson, que julgo, nas desfaleceria a família Dunga.

Em tempo 2: é a primeira vez que temos mais grife na defesa, com Júlio César, Maicon, Lúcio e Daniel Alves, do que no ataque de Grafite!

Em tempo 3: Grafite? Não me engana! Não é centrovante de área, não tem as mesmas características do Luis Fabiano, só jogou 20 minutos com a camisa da seleção (fez um gol contra a Guatemala num amistos de festa pro Romário, ai que saudade!), somente deu um passe de calcanhar ( o Ganso deu uns 30 só esse ano), fez uma temporada regular na Alemanha e ainda era vaiado pela torcida do Santa Cruz. É .... taí a incoerência, só que essa não ganha jogo, pelo contrário.

Em tempo 4: Neymar não tinha vaga. Robinho e Nilmar são bons e além disso é muito maluco pro gosto dos chatos da seleção, como dunga, jorginho (pegou o mal humor do chefe), Gilberto Silva, Josué, e até do pastor que virou amigo da seleção! Já imaginou Gilberto Silva e Lúcio fazendo dancinhas???

Falows

segunda-feira, 10 de maio de 2010

MINHA SELEÇÃO, A SELEÇÃO SE EU FOSSE O DUNGA E A SELEÇÃO DO DUNGA

SELEÇÃO DO DUNGA

JULIO CESAR, DONI E VICTOR
MAICON, DANIEL ALVES
LUCIO, LUISÃO
JUAN, T. SILVA
MICHEL BASTOS E GILBERTO

GILBERTO SILVA E JOSUÉ
FELIPE MELO E KLEBERSON

ELANO E RAMIRES
KAKA E JULIO BATISTA

ROBINHO E NILMAR
L. FABIANO E ADRIANO

Obs. No estilo casinha, essa é a seleção alemã, digo, brasileira do dunga! (titulares em primeiro, reservas em segundo).

se eu fosse o dunga, a mesma coisa, com ganso no lugar do kleberson!

MINHA SELEÇÃO BRASILEIRA

JULIO CESAR, VICTOR e GOMES

MAICON, DANIEL ALVES
LUCIO, LUISÃO
THIAGO SILVA, JUAN
MARCELO, ´GILBERTO

LUCAS, FELIPE MELO
AROUCA, RAMIREZ

KAKA, ELANO
GANSO, DIEGO

ROBINHO, NILMAR
LUIS FABIANO, FRED


Os sete sobressalentes: Fábio (cruzeiro), Alex (chelsea), Michel Bastos, Kleberson, Hernanes, Neymar, Adriano

domingo, 9 de maio de 2010

Marmelada!!

Quem me conhece, sabe que eu não acredito fácil nessa tipo de coisa, mas quando eu vejo, eu vejo!
O re x pa foi assassinado.
`Primeiro tempo pareceu normal, os dois times jogando bola, paysandú melhor, mas a coisa levava perigo.
No segundo tempo, tudo parecia normal, mas não estava! Gol anulado do papão, ninguém reclama, era gol legal. Mas tá, deixa pra lá! O pior foi o gol de empate, dois jogadores abandonam bola perto da área oheliton tabela com marciano e landú faz. O reinício do jogo revelou uma das maiores marmeladas que já vi no futebol!
Mesmo eliminados, os jogadores do paysandú nao queriam fazer o gol, tocavam a bola e em nenhum momento pareceram dispostos. Ninguém corria, todos sabiam da ordem: VAMOS SER ELIMINADOS, PORQUE QUEREMOS DINHEIRO
Não se brinca com o torcedor assim, e o pior isso não é ser esperto, é ser burro.
Por causa de alguns milhares de reais, vai perder a confiança da torcida, vai perder o segundo turno, vai perder a chance de fazer uma melhor intertemporada, vai perder a vontade de vencer.
Jogadores prostitutos, dirigentes cafetões, torcedores palhaços!
Idiotas!!!!